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sexta-feira, 7 de junho de 2013

ELEIÇÕES PARA GESTORES EM ESCOLAS ESTADUAIS E MUNICIPAIS.



 
Por volta da década de 60, como forma de superar o modo tradicionalista por nomeação política , se buscou novas  maneiras formas de adotar o uso de de eleições diretas nas escolhas dos gestores, possibilitando assim a participação da equipe colegiada da escola   juntamente com os cidadãos, a partir daí, permitindo ao cidadão o direito da democracia escolar. Com a interação de pais alunos e professores se objetiva em estabelecer maior voz ativa na instituição de ensino privilegiando alunos e a comunidade em geral.

Diante dessa perspectiva se observa que tanto nas escolas municipais como nas estaduais utilizam as mesmas  formas de escolhas de gestores, da qual já foram citadas na elaboração do blog como:nomeação. eleição, concurso público, carreira e forma mista.



quinta-feira, 6 de junho de 2013

DEBATE A RESPEITO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA


DEBATE

 
  •   A Gestão Democrática como algo muito importante para promover a cidadania, partindo do pressuposto que ao participar do processo de democratização estamos nos impulsionando em querer algo no mais buscar através do voto melhorias significativas para os alunos e a comunidade em geral. Sendo assim comente sobre como acontece a eleição de diretor na escola de sua região?Ressalte a importância dessa realização e da participação da comunidade na hora de escolher o seu representante escolar.





sábado, 25 de maio de 2013

AS ELEIÇÕES PARA GESTORES EM NOSSA REGIÃO

 

A eleição para diretores em nossa região se baseia na vontade da comunidade escolar e social, pelo voto direto, favorecendo o debate democrático educacional permitindo assim a cobrança por parte da comunidade que participou ativamente no processo de democrátização escolar.













O PAPEL DO GESTOR NA GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR.

 
 
 
A Gestão Escolar deve ser entendida como ação que, apesar de ser liderada pelo diretor da escola , resulta a unidade de ação no estabelecimento de ensino para promover o objetivo maior da escola que é o aprendizado, numa perspectiva voltada para a construção da garantia de um processo que concretize e alcance os seus objetivos educativos. Realizar uma gestão democrática significa acreditar que todos juntos têm mais chances de encontrar caminhos para atender às expectativas da sociedade a respeito da atuação da escola. Ampliando o número de pessoas que participam da vida escolar, é possível estabelecer relações mais flexíveis e menos autoritárias entre educadores e a comunidade escolar. O papel do gestor  e muito importante pois ele irá acompanhar e avaliar o desenvolvimento da proposta pedagógica e os indicadores de aprendizagem, com vistas à melhoria do desempenho da escola, compreendendo os princípios e diretrizes da administração pública e incorporá-los à prática gestora no cotidiano da mesma.


 

 PERFIL DO DIRETOR ESCOLAR
  • Antes de qualquer coisa, a pessoa que pretende assumir a direção de uma escola, deve apresentar algumas características que podem influenciar diretamente na forma em que ele vai conduzir a gestão da escola. Não quer dizer que ele precise ter todas elas, mas que se essa pessoa se auto-avaliar e se souber ouvir as pessoas que o cercam, ela poderá ver quais são suas deficiências e saber em quais aspectos precisa melhorar. Vamos ver então algumas características que formam o perfil do diretor escolar.


FATORES QUE MOTIVAM A CANDIDATURA:
  • Ter pré-disposição para trabalho coletivo.
  • Ser articulador e mediador dos segmentos internos e externos: o diretor deve ser uma pessoa que abra o diálogo com os diferentes grupos existentes tanto dentro da escola como fora dela, buscando a maior interação possível com esses grupos em favor do desenvolvimento de sua escola.
  • Ter iniciativa e firmeza de propósito para realização de ações.
  • Ser conhecedor dos assuntos técnicos, pedagógicos, administrativos, financeiros e legislativos.
  • Ter espírito ético e solidário.
  • Ser conhecedor da realidade da escola: o diretor precisa conhecer não apenas a escola internamente, mas a comunidade envolta da escola.
  • Ter credibilidade na comunidade: o diretor precisa ser uma pessoa que transmita credibilidade, quer na sua conduta profissional, como pessoal e até mesmo na familiar.
  • Ser um defensor da educação.
  • Ter liderança democrática e capacidade de mediação.
  • Ser capaz de auto-avaliar-se e promover a avaliação do grupo. O diretor precisa saber que nem sempre está certo e que nem sempre tem razão, nem ele e muitas vezes nem o grupo. Por isso, ele deve ser capaz de reconhecer isso e tomar as medidas necessárias para corrigir suas deficiências e as deficiências do grupo. Entenda isso, como um sinal de humildade. Ao fazer uma avaliação de si mesmo e do grupo o diretor está tendo a grande oportunidade de medir seus erros e acertos e corrigi-los a tempo antes que seja tarde demais e comprometer todo o seu trabalho e o trabalho de sua equipe.
  • Ter a capacidade de resolver problemas: o diretor deve ser capaz de ver, ouvir, sentir o problema no momento e no local onde está acontecendo, sem fugir dele e sem tentar adiar a sua solução. Os problemas sempre irão existir e o diretor deve dar encaminhamento a eles, procurando resolve-los de forma definitiva e não tomando medidas paliativas que somente acobertem o problema naquele momento, permitindo que mais tarde eles se repitam. Sempre busque a ajuda e a participação de outras pessoas para ouvir suas opiniões sobre a questão e dividir as responsabilidades pelas decisões tomadas.
  • Ser transparente e coerente nas ações.

DIMENSÕES DA AUTONOMIA


 

AUTONOMIA PEDAGÓGICA
  • Integrar a Escola com a Comunidade;
  • Incentivar o trabalho participativo de toda a equipe;
  • Manter definido o foco da escola que é “aprender à aprender”;
  • Promover formação continuada, para toda equipe escolar, CDE e comunidade em geral em parceria com ONGs e Faculdades, Centros Universitários e Universidades;
  • Incentivar a participação ativa nas comemorações cívicas e sociais;
  • Buscar melhorias para tornar o espaço físico mais agradável;
  • Empenhar na busca da ampliação do acervo bibliotecário, e computadores para uso de professores e alunos.
  • Organizar e administrar reuniões Bimestrais;
  • Planejar atividades de lazer, culturais, esportivas e de formação profissional com os alunos de forma a permitir que tenham maior vivência com colegas, profissionais e com o mercado de trabalho.

AUTONOMIA ADMINISTRATIVA
  • Zelar pela segurança, conservação e manutenção do prédio escolar e seu mobiliário;
  • Receber, informar, despachar documentos e encaminhar-los aos órgãos competentes;
  • Planejar ações para melhorar a qualidade física da Escola.
  • Planejar com cada servidor as metas a serem atingidas e a forma de proporcionar uma boa avaliação de desempenho para que ela seja mais humana, justa e igualitária.

AUTONOMIA FINANCEIRA
  • Planejamento do repasse do Plano de Dinheiro Direto à Escola (PDDE), junto com o corpo docente, discente e Colegiado Escolar, bem como o cumprimento no prazo certo das prestações de contas;
  • Realização de eventos para arrecadar fundos tais como: Rifas, Bingos e outros.


ESTRATÉGIAS
  • Promover reuniões com exposições dos projetos realizados pelos professores envolvendo a comunidade;
  • Grupos de estudos, momentos de lazer, com professores e funcionários;
  • Trabalhar com projetos;
  • Propor grupos de estudos, debates, espaço aberto para palestras;
  • Realizar divulgação dos eventos e a sensibilização quanto a importância da participação nos mesmos.
  • Juntamente com a comunidade escolar fazer jardinagem...
  • Utilizar recursos próprios da escola arrecadados em parceria com a comunidade por meio de promoções para aquisição de bens de consumo.
  • Enviar projetos a órgãos públicos e privados com objetivo de envolve-los em parcerias na aquisição de computadores e outros materiais;
  • Melhorar a qualidade dos eventos da escola envolvendo alunos, pais e especialistas nos mesmos.
  • Oferecer meios para que exista a Associação de Pais e Amigos da Escola.
  • Oferecer meios para que exista um grêmio estudantil.
  • Criar mecanismos e espaços de diálogos que façam os jovens a refletirem sobre temas atuais como: violência, drogas, sexualidade, etc.
  • Não abandonar os/as trabalhadores/as nem o Sind-UTE, nem a CNTE.

    Vamos assistir agora um video que traz um reflexão como o gestor escolar deve ser: Vamos lá:



    O vídeo nos mostra o comportamento do gestor, a rotina da escola, saber onde inovar, criar, analisar o desempenho da equipe, redefinir o planejamento escolar, sendo que o estímulo nos leva a produzir mais, relutar em ações pedagógicas, não temer imprevistos. Pense! Qual o Objetivo?
    Superar os desafios pois o sucesso e possível pois o sucesso envolve vários fatores não descuide de nenhum: Domínio da equipe, Flexibilidade na solução de problemas, Criatividade motivacional, Esperança, Lutar pelas propostas pedagógicas e Determinação

TIPOS DE ELEIÇÕES DE GESTORES.


TIPOS DE ELEIÇÕES DE GESTORES


Na Gestão Democrática o dirigente da escola só pode ser escolhido depois da elaboração de seu Projeto Político Pedagógico. A comunidade que o eleger votará naquele que, na sua avaliação, melhor pode contribuir para implementação do PPP.

No que se refere especificamente à escolha dos dirigentes pela comunidade escolar constata-se hoje no Brasil das seguintes modalidades de escolha:
a) nomeação; b) a eleição; c) o concurso público; d) carreira e) as formas mistas de escolha.
a) Nomeação: O gestor é escolhido peloPoder Executivo podendo ser substiuído a qualquer momento, de acordo com a conveniência e o momento politico, estabelecendo assim uma prática clientelista.

b)Eleição: é através desse processo, que a vontade da comunidade escolar vai prevalecer, pois é uma escolha feita através do voto direto, representativo, por escolha uninominal ou, por listas tríplices ou plurinominais. Essa é a maneira que mais favorece o debate democrático na escola, o compromisso e a sensibilidade política por parte do diretor, além de permitir a cobrança e a co-responsabilidade de toda a comunidade escolar que participou do processo de escolha. de acordo com o MEC (2005), tem sido a modalidade mais democrática já que o processo começa desde a eleição dos representantes do colégio eleitoral até a operacionalização.

c) Concurso Público: a escolha do diretor é feita através de uma prova escrita e de uma prova de títulos. Com isso se impede a prática do clientelismo, todavia o diretor não possue liderança na comunidade que o integra. Assim, ele pode não corresponder aos objetivos educacionais e políticos da escola, e não se compremeter com as formas da gestão democrática, apesar de não ser uma regra.

d) Carreira: O gestor assume seu cargo naturalmente, já que é através do seu plano de carreira e das especializações que faz na área de administração e gestão que se torna diretor. Essa forma de provimento do cargo, caracteriza o diretor apenas por suas habilidades técnicas, não levando em consideraçãoa a parte política que é fundamental para um dirigente-educador. 

e) Forma mista: O diretor é escolhido por diferentes formas, seja mesclando provas de conhecimento com a capacidade de liderança e administração, seja através das decisões tomadas pelos conselhos da escola. Nesse processo mistos a comunidade tem sua parcela de participação, possibilitando assim um maior vínculo do diretor com a escola. 
 Na medida em que os atores da escola exercitam seu direito de voto, eles estão exercitando a sua cidadania. Com a abertura para o diálogo poderá surgir conflitos de interesses, todavia, existirá uma reflexão crítica sobre a realidade que fazem parte, e com isso, o surgimento de soluções através da democracia.

sábado, 23 de março de 2013

DEFINIÇÃO SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR.

                                         .



       A Gestão Democrática é uma prática cotidiana que contém princípios da reflexão, da compreensão e da transformação, exige a formulação de um PPP libertador. Diante disso a gestão democrática é entendida como a participação efetiva dos vários segmentos da comunidade escolar, pais, professores, estudantes e funcionários na organização, na construção e na avaliação dos projetos pedagógicos, na administração dos recursos da escola, enfim, nos  processos decisórios da escola. Nesse sentido, está posto no Plano Nacional de Educação que “a gestão deve estar inserida no processo de relação da instituição educacional com a sociedade, de tal forma a possibilitar aos seus agentes a utilização de mecanismos de construção e de conquista da qualidade social na educação”.
 
       A democratização da gestão é defendida enquanto possibilidade de melhoria na qualidade pedagógica do processo educacional das escolas, na construção de um currículo pautado na realidade local, na maior integração entre os agentes envolvidos na escola – diretor, professores, estudantes, coordenadores, técnico-administrativos, vigias, auxiliares de serviços – no apoio efetivo da comunidade às escolas, como participante ativa e sujeito do processo de desenvolvimento do trabalho escolar. 
 
A gestão democrática implica um processo de participação coletiva. Sua efetivação na escola pressupõe instâncias colegiadas de caráter deliberativo, bem como a implementação do processo de escolha de dirigentes escolares, além da participação de todos os segmentos da comunidade escolar na construção do Projeto Político-Pedagógico e na definição da aplicação dos recursos recebidos pela escola.

Vejamos agora um vídeo que fala um pouco mais sobre Gestão Democrática Escolar: